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ghost story

Fantasma de um SuraFantasma de um Guerreiro

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Steps

  1. Talk to Ghost of a Surapc.get_map_index() == 73
  2. Talk to Ghost of a Warrior
  3. Talk to Ghost of a Surapc.get_map_index() == 73

Items

NPCs

Dialogue

Fantasma de um Sura:

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s um fantasma?

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N—o, sou a Rainha de Portugal...  claro que sou um fantasma! Algu›m te deixou cair de cabe™a quando eras beb›?

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Socorro, um fantasma!

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Vejam todos, que guerreiro destemido este! Boo!!

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Quem ›s tu?

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O meu nome › Akuma. Eu era um grande guerreiro, alguns dizem que eu era o melhor de todos os tempos. At› eu pr£prio acreditava nisso. Mas olha para mim agora. Olha para o que restou de mim desde que eu descobri a gruta...e deixar de existir.

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Tu sabes a hist£ria deste sitio?

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Oh, eu sei o que aconteceu. Durante muito tempo investiguei, procurando a raz—o por detr•s de tudo isto e tentando encontrar a Gruta. E desde que morri tenho tido muito tempo para pensar. Pergunta-me o que quiseres saber!

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Que tipo de portal › este?

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Este portal conduz-te at› aos aposentos do Drag—o, o caŸdo Deus Beran-Setaou. Ele pode ser activado com uma chave m•gica que apenas as tropas de Beran-Setaou conseguem obter...

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Os Trœs Deuses

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Era uma vez, trœs Deuses irm—os que criaram as funda™¥es do ser. Bahar-Taraji, a Deusa da Cria™—o, era a mais nova dos trœs. A sua fun™—o era criar novos seres - onde quer que ela fosse, as flores desabrochavam e a vida prosperava.

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O irm—o mais velho chamava-se Beran-Setaou. Ele era respons•vel pelo fim da vida e a sua dissolu™—o. Sempre que o ciclo da vida estava no final, ele separava o corpo e a alma um do outro e guiava a alma para a vida depois da morte. E assim um ciclo constante de nascer e morrer - a funda™—o de toda a vida - foi assegurada.

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O irm—o do meio era Baljit-Elvedin. Como Deus da Conserva™—o, ele moderava aquilo que os seus irm—os faziam e permitia a existœncia de um ciclo da vida eterno para todas as criaturas do mundo. Por exemplo, ele era respons•vel pelas Esta™¥es do ano.

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A Discuss—o

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Em tempos de necessidade, as pessoas rezavam aos trœs Deuses por ajuda. Mas, infelizmente, todos temiam e desprezavam Beran-Setaou, uma vez que eram incapazes de compreender que, tal como existe luz tamb›m existe escurid—o, ele era necess•rio como contrapartida da Cria™—o.

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Durante bastante tempo o Deus ignorou tudo isso, mas ” medida que os anos iam passando, a inveja crescia dentro dele, tornando-se em £dio e malevolœncia. Primeiro ele dirigia a sua f¨ria para as pessoas, dando-lhes guerra e doen™as. Mas isto apenas fez com que as pessoas o rejeitassem ainda mais e dirigissem as suas preces para Bahar-Taraji, Deusa da Cria™—o e da Vida. E assim come™ou um ciclo vicioso que acabou por levar ” ruŸna.

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E quando a ira do Deus se tornou t—o intensa que ele j• nem era capaz de a controlar, algo inacredit•vel aconteceu: Ele matou a sua irm—, a preferida de todos. N—o houve qualquer provoca™—o que tenha levado a este acto, pois nesse dia ela tratou o seu irm—o com o mesmo amor e carinho de todos os dias. E ele, olhando para aqueles olhos gentis, tirou-lhe a vida na mesma.

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As Consequœncias

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A morte de Bahar-Taraji teve terrŸveis consequœncias, tanto para o mundo dos Deuses como o dos Humanos: Um longo e cruel Inverno instalou-se, matando criaturas do mar e da terra. O continente congelou de tal forma que as pedras ficaram rachadas e mesmo as •rvores mais antigas e fortes secaram.

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Pessoas jovens e animais morreram, e quando finalmente o clima come™ou a reaquecer, a taxa de nascimentos era a mais baixa de sempre. Os campos fracos n—o produziam o suficiente para manter as pessoas alimentadas - quanto mais permitir a alimenta™—o de novas vidas. A esperan™a morreu, tal como a vida, e ambas precisariam de muito tempo para recuperar completamente.

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At› os Deuses sofreram, pois o tempo passa mais devagar para eles. Beran-Setaou fugiu e refugiou-se na sua solid—o assim que compreendeu as consequœncias do que tinha feito. Os seus sentimentos debatiam-se entre pesados remorsos e uma profunda satisfa™—o - at› que finalmente o segundo venceu este combate mental. O seu cora™—o gelou e o Deus da Dissolu™—o tornou-se o Deus do Gelo e da Frieza, do ‰dio e do Medo.

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A Batalha

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Baljit-Elvedin, Deus da Conserva™—o, chorou a morte da sua irm— durante muito tempo. E quando as fortes garras da dor finalmente se afrouxaram em volta do seu cora™—o, ele foi ” procura do seu irm—o. A prudœncia e sabedoria ainda guiavam a sua vida, por isso reconheceu que, apesar da sua dor, a vida no mundo n—o podia continuar desequilibrada.

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Ele seguiu o rasto do seu irm—o, e ao fim de v•rios anos finalmente encontrou-o, h• muito sem contactar com qualquer forma de vida, numa caverna repleta de gelo, £dio e solid—o. Baljit-Elvedin fez o que tinha de fazer, apesar de isso apenas provocar mais uma ferida no seu cora™—o: Desafiou o irm—o para um duelo. Beran-Setaou desviou-se tanto do caminho da honra que n—o hesitou um segundo sequer...

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Aparentemente, o combate foi terrŸvel e para al›m de toda a compreens—o. Baljit-Elvedin venceu o combate. E mantendo-se fiel aos seus valores morais, n—o matou o seu irm—o, mas removeu-lhe todos os seus poderes e selou-o na Gruta. E assim esta ainda › a casa de Beran-Setaou, assim como de todas as criaturas que ele tem criado nos ¨ltimos s›culos...

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J• ouvi o suficiente.

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Que o teu destino seja diferente do meu. Boa sorte!

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Fantasma de um guerreiro:

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Porque ›s transparente?

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O que achas?! Sou um fantasma e estou preso a esta rocha h• milhares de anos...

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Socorro, um fantasma!

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Claro, um fantasma. Foge r•pido, ou eu vou-te comer!

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Quem ›s tu?

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Eu era um mercen•rio, um homem simples. Os meus pais eram agricultores. No entanto eu n—o queria continuar a trabalhar no campo para o resto da minha vida, por isso juntei-me ao ex›rcito. Foi muito difŸcil e sangrento, mas nem tudo era mau. S£ que um dia finalmente cansei-me de receber ordens de nobres in¨teis e abandonei o ex›rcito. Foi ent—o que o destino me conduziu at› este lugar negro.

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Conheces a hist£ria da Gruta?

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N—o, n—o conhe™o. Acho que apenas tive azar. Depois de desertar queria esconder-me nas montanhas, e encontrei este lugar. Logo ” partida pareceu-me um sŸtio estranho, mas era conveniente e parecia completamente abandonado. Alguns dias depois tornei-me testemunha e vŸtima de um combate inacredit•vel. Se quiseres posso contar-te tudo sobre isso.

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O Inicio da Batalha

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Um dia - estava eu a colher raŸzes nas encostas da montanha - surgiu dos c›us um drag—o prateado. Pensei que ele andava ” minha procura, mas ele nem sequer reparou em mim - estava completamente focado na entrada da Gruta. Sem abrandar, atravessou o vale e atirou-se para dentro da Gruta.

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Tudo ficou calmo por uns minutos e eu n—o sabia o que fazer. Todo o meu equipamento estava no interior da Gruta, mas eu n—o me queria cruzar com o drag—o! Foi ent—o que o ch—o come™ou a tremer e um rugido grave soou das profundezas da Gruta - mas para meu horror n—o era apenas uma voz, e sim duas! Pouco depois, dois drag¥es saŸram disparados da Gruta - um prateado, seguido de um azul.

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Um combate quase indescritŸvel teve lugar entre os drag¥es. Eles provocaram rasg¥es no corpo um do outro, enrolaram-se um no outro e ferraram os seus dentes no pesco™o do outro... Chovia sangue... Mas nem por isso afrouxavam o seu aperto.

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O Fim da Batalha

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Os dois drag¥es rolaram pelas montanhas como uma tempestade - causando deslizamentos de terras e caos ” sua volta. Trov¥es queimaram a boca do drag—o azul, gelo perfurou as asas do drag—o prateado. A grossa crosta de gelo que h• muitos anos cobria a terra derreteu sob esta carnificina, deixando para tr•s um resŸduo lamacento. Escondi-me atr•s de uma rocha, petrificado mas incapaz de ignorar aquilo que se passava ” minha frente.

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Passaram v•rias horas at› os seus poderes finalmente come™arem a enfraquecer. E finalmente vi uma oportunidade, arranquei de l• e atravessei o vale para ir buscar o meu equipamento ” Gruta. E foi dessa forma que selei o meu destino. J• estava a caminho quando os drag¥es dispararam vindos das montanhas, o azul ” frente do prateado. Ele tinha sofrido danos terrŸveis.

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Mesmo antes de desaparecerem no interior da Gruta, o drag—o prateado apanhou-o e algo muito estranho aconteceu: O c›u come™ou a tremeluzir, o ar ficou extremamente seco e um v£rtice de energia surgiu, apanhando o drag—o azul. Ele rugia de dor e f¨ria... E ent—o come™ou a encolher, o seu rugido ficando cada vez mais fraco e as suas escamas perdendo o seu brilho, at› ficarem ba™as e descoloradas...

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Finalmente o drag—o prateado atirou o outro para dentro da Gruta. Com a ¨ltima das suas for™as, o drag—o azul arrastou-se para os confins da montanha. Mas ent—o o drag—o prateado come™ou a conjurar uma poderosa tempestade m•gica, selando a Gruta com uma barreira de energia e causando o colapso de parte da montanha. O drag—o azul e eu fic•mos presos. Condenados a uma miser•vel e excruciante morte ” fome...

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J• ouvi o suficiente.

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Obrigado por me ouvires. Neste ¨ltimos mil anos tenho estado realmente muito sozinho...

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ghost story — quest — Metin2 Database